Waldir Calmon

Blog Centenário de Waldir Calmon (1919 - 2019)

           
Usarei este espaço como um pequeno blog para comunicar todas as homenagens que meu pai, em seu centenário, receberá e também publicarei algumas curiosidades sobre a sua carreira.


Posts:
- Teaser do show Centenário de Waldir Calmon
- Vídeo de divulgação com Marcia Calmon
- Caricaturas
- O Sucesso da boate Arpège
- Programa de TV Ritmos S. Simon
- Três momentos de Waldir Calmon nos jornais
- Contribuição para o mercado fonográfico brasileiro
- Feliz Dia das Mães
- Com Paulo Gracindo
- Gravação de Airport Love Theme, por Waldir Calmon (Copacabana Discos, 1970)
- Curiosidades sobre a boate Arpège e o aniversário do Leme
- A "era" das boates no Rio de Janeiro
- Waldir Calmon ganhou a placa da Funjor!
- Surgimento do selo Rádio
- Compra do piano Steinway
- Waldir Calmon e o Gentlemen da Melodia
- Vídeo de Tema de Márcia (Waldir Calmon)
- Aquisição do órgão Hammond por Waldir Calmon
- Show-baile em homenagem ao centenário de Waldir Calmon
- Placa comemorativa


26 de maio de 2019

Teaser do show-baile Centenário de Waldir Calmon

Aí está o teaser do show-baile que faremos, no dia três de agosto, do centenário de Waldir Calmon. O evento será no Cariocando (Catete, RJ), com um show seguido de um "mini" baile com gravações de Waldir Calmon e de seus contemporâneos, como Djalma Ferreira, Miltinho, Ruy Rey, Românticos de Cuba, Xavier Cugat, Ray Conniff, Sinatra, Nat King Cole... bem ao estilo dos anos 50 e começo dos 60! Meu desejo era fazer um baile com orquestra, do jeitinho que ele gostava, mas infelizmente não foi possível, então meu irmão, o DJ e técnico de som Marcus Calmon, irá comandar as "carrapetas"! Esperamos você!

SERVIÇO:
- local: Cariocando Bar
- endereço: rua Silveira Martins, 139, Catete, RJ (ao lado da estação do metrô Catete)
- data: 03 de agosto de 2019
- horário: de 18h30 às 22h30
- couvert: R$ 30,00 por pessoa
- reservas e venda antecipada: 21 96937 0294 (WhatsApp)
- estacionamento: ao lado com preço fixo de R$ 15,00
 
- edição de vídeo: Marcia Calmon
- música: Mambo en España (Ramón Marquez) na gravação de Waldir Calmon (Copacabana Discos, 1953) que foi um grande sucesso.



08 de julho de 2019

Vídeo de divulgação com Marcia Calmon


 

06 de julho de 2019

Caricaturas

Algumas homenagens de caricaturistas:
- foto 1: Caricatura de Mendez, publicada na revista Radiolândia, em 8 de agosto de 1959.
- foto 2: Nota com uma caricatura no jornal Gazeta Esportiva (São Paulo, 1960)
- foto 3: Caricatura de Lery (1971) com carinhosa dedicatória.
- foto 4: Figurinha do álbum Ídolos do Rádio e da TV, dos anos 50.
Clique aqui  para ver uma projeção de slides com as fotos.
 

30 de junho de 2019

O  Sucesso da boate Arpège


   

A boate Arpège, no Leme, foi um grande sucesso: havia filas de espera na porta e Waldir Calmon mandava colocar mesas do lado de fora para que todos pudessem esperar com conforto. Em seu palco, várias atrações se revezavam, com artistas como Ary Barroso, João Gilberto e Tom Jobim - além, é claro, da atração principal: o proprietário e pianista Waldir Calmon! Quem quisesse curtir uma excelente música para dançar, tinha de ir à Drink ou à Arpège e, até o começo dos anos 60, foi assim. Clique nas fotos para ampliar.
- foto 1: Nota no jornal Diário da Noite (17/10/1956)
- foto 2: matéria no jornal Correio da Manhã (23/12/1956)
- foto 3: Logo da Arpège
- foto 4: matéria na Revista do Rádio (1960), falando dos "donos da noite" no Rio de Janeiro. Da esquerda para a direita: Waldir Calmon (pianista e proprietário da boate Arpège); Djalma Ferreira (pianista e proprietário da boate Drink), e Carlos Machado, produtor, criador e diretor de diversos espetáculos musicais em boates, como Casablanca, Monte Carlo, Night and Day e Fred's. No começo dos anos 60, Djalma Ferreira mudou-se para os EUA e vendeu a boate para Cauby Peixoto e sua família.
- foto 5: Anúncio da Arpège na revista Radiolândia (1959).
Clique aqui  para ver uma projeção de slides com as fotos.
 

23 de junho de 2019

Programa de TV Ritmos S. Simon

Em 1952, Waldir Calmon começou a apresentar o programa semanal Ritmos S. Simon pela TV Tupi e, posteriormente, pela TV Rio. O programa permanceu dez anos no ar e transformou-se em um disco-brinde que o patrocinador, as lojas de lustres de cristal S. Simon, oferecia a seus clientes. O prefixo do programa era a guaracha Cumaná (Haroldo Spina/Barclay Allen/ Hillmann) - que, não por coincidência, abria e fechava o LP Ritmos S. Simon.
- foto 1: Capa do LP Ritmos S. Simon
- foto 2: Nota do jornal Diário da Noite, de 08/10/1954, elogiando o programa e Waldir Calmon.
- foto 3: Matéria do jornal Diário da Noite, de 1956, falando dos escolhidos para a entrega do prêmio Revista Show TV aos melhores da televisão, no ano de 1956. Waldir Calmon ganhou como "Instrumentista" e o programa Ritmos S. Simon foi classificado e concorreu com outros oito em sua categoria.
- foto 4: Anúncio da loja S. Simon na Revista do Rádio, de 25/12/1954.
Clique aqui para ver uma projeção de slides com as fotos.
 

02 de junho de 2019

Três momentos de Waldir Calmon nos jornais

Três notas de jornal sobre o sucesso dos vinis de Waldir Calmon:

- foto 1: O jornal Correio da Manhã (16/08/1953) fala do grande êxito do 78 rpm que tinha Cao Cao Manipicao (Carbô Menendez), do lado B, e Mambo en España (Ramon Marques), do lado A. Graças ao enorme sucesso, Waldir Calmon gravou mais dois 78 rpm pela Copacabana Discos e uma das gravações fez parte da trilha da chanchada É Pra Casar (Luiz de Barros, 1953) - filme do qual Calmon participou.
- foto 2: O jornal Imprensa Popular (28/04/1957) fala sobre o sucesso que os LPs de Waldir Calmon, gravados pela Rádio, estavam alcançando. Em tempo: este selo não lançava 78 rpm, somente 10 e 12 polegadas.
- foto 3: O jornal Diário da Noite (24/07/1957) publica um anúncio, convidando para uma tarde de autógrafos no Rei da Voz (Centro, RJ) e cita a incrível vendagem dos 100.000 discos da série Feito para Dançar. Waldir Calmon foi o primeiro artista popular a atingir esta marca no Brasil.
1.Nota no jornal 3  2.Nota no jornal 2 3.Nota no jornal 1

27 de maio de 2019

Contribuição para o mercado fonográfico brasileiro

Waldir Calmon gravou cerca de 130 títulos - entre LPs, compactos, regravações etc. Em 1957, por exemplo, chegou a gravar SETE LPs! A saber: Feito para Dançar 6, 7 e 8, Chá Dançante 2 e 3, Uma Noite no Arpège 2 e Mambos 2. Sua contribuição para o desenvolvimento do mercado fonográfico brasileiro.

- Foi o primeiro músico a gravar um long-play de dez polegadas na América do Sul com o vinil Ritmos Melódicos (Rádio, 1952). Capa do vinil na foto 1.
- Lançou o primeiro disco popular de 12 polegadas no Brasil (série Feito para Dançar). Veja a capa do número 12, mostrando todos os outros LPs da série (foto 2)
- Lançou, também pela Rádio, o primeiro disco estéreo genuinamente nacional, conforme matéria do jornal JB - coluna Discos Populares, de Mauricio Quádrio, em 29/11/1958 (foto 3).
- Foi o primeiro artista a conseguir uma tiragem de 100.000 discos em território nacional (também com a série Feito para Dançar).
- Criou o disco para dança, sem intervalos entre as faixas, reproduzindo o som das boates da época.

A foto 4 mostra uma matéria do jornal Correio da Manhã (14/04/57), falando de mais um lançamento de Waldir Calmon. A foto 5 mostra uma lista dos discos mais vendidos (LPs e 78 rotações) em 1956. Infelizmente, não sei a data e nem o jornal que publicou. Repare que há três LPs de meu pai, simultaneamente, na parada: em primeiro, terceiro e sétimo lugares. Clique aqui para ver uma projeção de slides com as fotos.


12 de maio de 2019

Feliz Dia das Mães!

Desejamos um feliz dia das Mães! Na foto, Waldir e seus irmãos com sua mãe, dona Helena. No sentido horário: Wilman, o caçula Wagner, dona Helena, Walkiria e o primogênito Waldir. Clique na foto para ampliar.

Dona Helena e os filhos

05 de maio de 2019

Com Paulo Gracindo

Com Paulo Gracindo, em 1974, durante a temporada do espetáculo Brasileiro Profissão Esperança, no extinto Canecão (Botafogo, RJ), onde Waldir trabalhou de 1969 a 1977.

Com texto de Paulo Pontes e baseado na música de Antônio Maria (1921-1964) e Dolores Duran (1930-1959), Brasileiro Profissão Esperança foi um dos mais bem-sucedidos musicais produzidos no Brasil: estreou em 12 de setembro de 1974, no Canecão, e permaneceu oito meses em cartaz com casa lotada e batendo recordes de público. Esta montagem, dirigida por Bibi Ferreira e estrelada por Clara Nunes e Paulo Gracindo, também foi um grande sucesso de crítica. Mário Lago, por exemplo, se emocionou tanto com o show que chegou a passar mal e disse ser "o mais inteligente e maravilhoso espetáculo que Paulo Pontes já montou e talvez um dos melhores montados neste país”. Segundo Chico Buarque, foi “um trabalho inteligentíssimo de Paulo Pontes. Não é preciso dizer nada: é maravilhoso”. Na segunda foto, capa do LP gravado ao vivo. Clique para ampliar.

Com Paulo Gracindo   Capa do disco "Brasileiro Profissão Esperança"

28 de abril de 2019

Gravação de Airport Love Theme,  por Waldir Calmon (Copacabana Discos, 1970)

Em 1970, meu pai gravou um disco um pouco diferente do que estava habituado – ele possuía faixas dançantes, mas também algumas que pareciam inspiradas em trilhas de filmes: Waldir Calmon e seus Multisons. Em 1982, após sua morte, este mesmo vinil foi relançado pelo selo Beverly

Este disco se tornou famoso internacionalmente após a faixa Airport Love Theme
(Paul Francis Webstef - Alfred Newman) ter sido usada como base para um rap de muito sucesso, em 2004, despertando a atenção de DJs do mundo inteiro. A música que sampleou a gravação de Waldir Calmon chama-se Curls e está no álbum de estreia Madvillainy - da dupla Madvillain, formada pelo MC MF Doom e pelo produtor Madlib. Vários críticos consideraram o disco como um dos melhores do gênero. Martin Boev, por exemplo, escreveu em seu blog In Search of Media que Waldir Calmon “com sons de órgão e riffs sutis de guitarra ao fundo, dá uma vibração sinistra que iria caber perfeitamente em um filme de James Bond. Esse sentimento é capturado na faixa Curls, de Madvillain, perfeitamente (...). Um dos claros destaques do maior disco underground de hip-hop da história.”

Outros raps surgiram da mesma gravação de Airport Love Theme, como
SlyCriminality, por Kamanchi Sly (2017), e Lirica Sean P, por Saggaz & Yellow (2017). Do mesmo lp, as músicas Afro Son (Waldir Calmon) e Zorra (Waltel Branco) também têm despertado a atenção de rappers de diversas partes do mundo, mostrando a versatilidade e a atemporalidade do trabalho de Waldir Calmon.

Link:
Blog In Search of Media:
Vídeos:
Waldir Calmon com Airport Love Theme


 

Madvillain com Curls



Kamanchi Sly com SlyCriminality  



Saggaz & Yellow com Lirica Sean P 




25 de abril de 2019

Curiosidades sobre a boate Arpège e o aniversário do Leme

Belíssima homenagem do grupo/blog Meu Leme Rio de Janeiro ao pianista e compositor Waldir Calmon! Em 2019, meu pai completaria 100 anos e nosso querido bairro Leme completa 125 na próxima sexta-feira! Este link é do blog Meu Leme Rio de Janeiro, onde há um ótimo texto e um vídeo que gravei especialmente para a data! O texto do post, no Facebook, é:

"A Gustavo Sampaio, 840, no Leme, brilhou com a boate Arpège. Ela foi uma das boates mais famosas do Rio de Janeiro, e ficava aqui no Leme. O criador foi Waldir Calmon, que fez a música do Canal 100. E, no ano que o Leme faz 125 anos, a Prefeitura do Rio gostaria de homenagear Waldir Calmon, com uma placa comemorativa na fachada da loja 840, onde em breve vai funcionar uma Pet Shop. Nesse post especial, Marcia Calmon, filha de Waldir Calmon, felicitou o Leme pelo aniversário."

Link para o post sobre Waldir Calmon, a boate Arpège e o Leme no blog: 
Leme, Rio de Janeiro: Leme125anos: Arpège de Calmon fez brilhar a Gustav...
 
Fotos 1 e 2: Praia do Leme
Foto 3: placa da rua Gustavo Sampaio
Foto 4:
Forte Duque de Caxias ou, simplesmente,
Forte do Leme
Foto 5: estátua da escritora Clarice Lispector - célebre moradora do bairro do Leme
Clique aqui para ver uma projeção de slides com as fotos.


21 de abril de 2019

A "era" das boates no Rio de Janeiro

Em 30 de abril de 1946, o então presidente do Brasil, Eurico Gaspar Dutra, assinou um decreto que proibia os jogos de azar no país e, consequentemente, os cassinos. Milhares de pessoas perderam o emprego e as casas noturnas tiveram de se adaptar a uma nova realidade. O jogo bancava os shows luxuosos - em salões enormes, com orquestras numerosas e muitas vedetes – e, sem ele, já não era mais possível seguir com o mesmo padrão. Casas menores, com um número reduzidos de músicos e sem "show girls" começaram a surgir. O estilo de cantar também mudou para ficar mais condizente com o novo espaço: as grandes vozes cederam lugar às interpretações mais intimistas. Um novo tipo de casa noturna surgia – a boate.

Em 1946, foi inaugurada uma das mais famosas boates brasileiras: a Vogue, na avenida Princesa Isabel, limite entre Leme e Copacabana, no Rio de Janeiro. No mesmo ano, surgia a Night and Day, no Hotel Serrador (Centro, RJ). Outras foram surgindo e tornando-se ponto de encontro de empresários brasileiros e estrangeiros, celebridades e políticos influentes. Vale lembrar que o Rio de Janeiro era a capital da República e o Brasil saiu da Segunda Grande Guerra com um belo superávit, e a Europa, devastada, tentava se reerguer dos escombros. Articulações políticas e negócios eram feitos à noite, dentro destas boates. A noite do Rio fervilhava!

Talvez pela presença da Vogue, outras boates surgiram na região. As mais badaladas foram a Sacha’s (do pianista turco Sacha Rubin), a Fred’s, a Drink (do pianista Djalma Ferreira e, posteriormente, da família de Cauby Peixoto) e a Arpège (do pianista Waldir Calmon). Uma época de ouro, com filas de espera na porta, que durou até a metade dos anos 60 – quando a mudança da capital para Brasília começou a mostrar seus efeitos na noite carioca. Clique nas fotos para ampliar.

Fotos 1 e 2: interior da boate Vogue
Foto 3: Linda Batista e Jorge Goulart cantando na boate Vogue
Foto 4: interior da boate Sacha’s
Fotos 5 e 6: capas de discos do pianista Sacha Rubin
Foto 7: capa do disco da boate Drink, reproduzindo a porta de entrada da casa
Foto 8: entrada da Drink
Foto 9: o pianista Djalma Ferreira, primeiro dono da Drink.
Foto 10: entrada da boate Arpège
Foto 11: capa do disco Uma Noite na Arpège, com um desenho da boate
Foto 12: interior da Arpège
Foto 13: anúncio de jornal, divulgando a inauguração da Arpège
Foto 14: nota no jornal Correio da Manhã sobre o sucesso da Arpège (23-12-1956)
Foto 15: nota sobre Os melhores da Semana, no jornal Diário da Noite (17-10-1956), falando de Waldir Calmon e a Arpège.
Clique aqui para ver uma projeção de slides com as fotos.


16 de abril de 2019

Waldir Calmon ganhou a placa da Funjor!

Agradeço, do fundo do coração, a todos que votaram em meu pai, o pianista e compositor Waldir Calmon! É uma homenagem muito bonita que lhe prestaremos em seu centenário! Um muito obrigada especial para Julio Abreu, Fernando Pereira e a meus queridos amigos Marlenistas Ciro Gallo, José Ramalho e Fernanda Dornelles! Clique na foto para ampliar.

Placa Funjor - Circuito do Rádio


14 de abril de 2019

Surgimento do selo Rádio

A Rádio Serviços e Propaganda foi uma produtora totalmente dedicada, como o nome já dizia, ao maior veículo de comunicação de massa até os anos 60: o rádio. A empresa prestava serviços às emissoras, mas também atendia no varejo, gravando discursos, declamações, audições de alunos de canto etc... Como produtora, gravava jingles, entrevistas, reportagens externas, alugava equipamentos de som para comícios, fazia pesquisa de mercado, campanhas publicitárias no rádio, elaborava scripts de programas, novelas etc...

 

No final dos anos 1940, a Rádio Serviços e Propaganda Ltda contratou Waldir Calmon e seu conjunto para uma série de apresentações transmitida, em cadeia nacional, pelas Emissoras Associadas (no Rio de Janeiro, pela rádio Tamoio), tornando-o famoso em todo Brasil. O programa, produzido por Antônio Maria e apresentado por Luís Jatobá, chamava-se Balcão de Melodias e ia ao ar às terças e quintas-feiras, 21:15h, com o patrocínio do Colírio Moura Brasil. O Balcão de Melodias fez tanto sucesso que a Rádio Serviços montou um estúdio para gravação de discos profissionais e comprou uma fábrica para a prensagem dos vinis, em Petrópolis, RJ. Nascia então o selo Rádio com o dez polegadas Ritmos Melódicos - que possuía oito das músicas mais solicitadas no programa. Waldir entrava para a história fonográfica como o primeiro artista a gravar um long-play de dez polegadas na América do Sul (Rádio, 1952).

 

Em tempo: o jingle do colírio Moura Brasil, "duas gotas, dois minutos, dois olhos claros e bonitos", do rei dos jingles Miguel Gustavo, também foi gravado por Waldir Calmon. Nas fotos (clique para ampliar): 
1 - O mítico locutor Luiz Jatobá
2 - Capa do vinil Ritmos Melódicos 1 (Rádio, 1952)
3 - Contracapa
4 - Selos do vinil Ritmos Melódicos 3, com a logo da Rádio
5 - Anúncio da Rádio Serviços e Propaganda na Revista do Rádio (pág 44, n° 17, julho de 1949)
Clique aqui para ver uma projeção de slides com as fotos.



31 de março de 2019

Aquisição do órgão Hammond por Waldir Calmon

Esta matéria do jornal Última Hora (31/08/1957) fala, de maneira muito bem humorada, da saga pela qual passou o primeiro órgão Hammond que apareceu no Rio de Janeiro (então capital da República). O instrumento acabou na boate Arpége, de Waldir Calmon, e tempos depois meu pai trocou o piano definitivamente por ele. O Maurício Lanthos, citado na matéria, era sócio de Waldir Calmon na Arpége. Clique na foto para ampliar.



24 de março de 2019

Waldir Calmon e o Gentlemen da Melodia

Matéria do jornal carioca A Manhã, de oito de julho de 1945, falando das apresentações de Waldir Calmon e seu Gentlemen da Melodia no Cassino Atlântico. Alguns meses depois, em trinta de abril de 1946, o então presidente da República, Eurico Gaspar Dutra, proibiria o jogo no Brasil, acabando com todos os cassinos do país.Clique na foto para ampliar.

Matéria sobre Waldir Calmon


10 de março de 2019

Vídeo de Tema de Marcia (Waldir Calmon)

Quando eu era criança, gostava muito de dançar e dançava em qualquer lugar. Talvez por esta razão, meu pai tenha batizado esta música bem animada de Tema de Márcia (Waldir Calmon)! O áudio tem alguns problemas, por causa do estado do vinil, mas dá para ouvir.




19 de janeiro de 2019

Compra do piano Steinway

Nota, no jornal Correio da Manhã (20-12-1956), sobre a aquisição do piano Steinway por Waldir Calmon. O piano, que reinou absoluto na boate Arpège, pertenceu à filha do ex-presidente da República, Eurico Gaspar Dutra. Clique para ampliar.

Matéria sobre órgão aquisição do órgão Hammond


15 de janeiro de 2019

Show-baile em homenagem ao centenário de Waldir Calmon

No dia três de agosto, faremos uma homenagem ao centenário de meu pai no Cariocando (Catete, RJ): teremos um show com convidados e, quando acabar, um "mini" baile com gravações de Waldir Calmon e de seus contemporâneos "bons de baile", como Djalma Ferreira, Miltinho, Ruy Rey, Românticos de Cuba, Xavier Cugat, Ray Conniff, Sinatra, Nat King Cole... bem ao estilo dos anos 50 e começo dos 60! Quem comandará as carrapetas será meu irmão, o DJ e técnico de som Marcus Calmon. Meu desejo era fazer um baile com orquestra, do jeitinho que ele gostava, mas infelizmente não será possível. A seguir, o serviço do show. As reservas e vendas antecipadas só estarão disponíveis em data mais próxima do evento. Esperamos você!

SERVIÇO:
- local: Cariocando Bar
- endereço: rua Silveira Martins, 139, Catete, RJ (ao lado da estação do metrô Catete)
- data: 03 de agosto de 2019
- horário: de 18h30 às 22h30
- couvert: R$ 30,00 por pessoa
- reservas e venda antecipada: 21 96937 0294 (Whats App)
- estacionamento: ao lado e com preço fixo de R$ 15,00
 
Marcia Calmon

10 de janeiro de 2019

Placa Comemorativa

Waldir Calmon está concorrendo a uma placa pelo projeto Patrimônio Cultural Carioca - Circuito do Rádio, oferecida pelo Instituto Funjor. Só serão homenageadas pessoas já falecidas, emissoras, empresas ou locais que tenham sua história de alguma forma ligada ao rádio. Cada voto equivale a uma doação de dez reais e você pode votar quantas vezes quiser: basta fazer o depósito na conta da Funjor e enviar uma foto do recibo, por email, com o nome do artista votado. A final será em março. No Facebook ou no site www.funjor.org.br, você acompanha a apuração e todas as novidades. O meu desejo é colocar a placa no lugar onde antes funcionava a boate Arpége, no Leme, RJ.

Banco ITAÚ

- agência: 0706 
- conta corrente: 04730-5 (A.A.A.A. Instituto FUNJOR)
- CNPJ: 18.741.152/0001-00
- email: funjortv@gmail.com

Fiz um pequeno vídeo para divulgar o concurso e usei, como música de fundo, Na cadência do samba (Que bonito é), de Luiz Bandeira, na interpretação de Waldir Calmon e sua orquestra. Esta gravação faz parte do lp Samba, alegria do Brasil (Copacabana Discos, 1958).